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A beira do poço

  • Foto do escritor: Pe. Luís Fernando Cardoso Viana
    Pe. Luís Fernando Cardoso Viana
  • 23 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

Como a samaritana a beira do poço, 

sedenta está minh'alma,

cansada de beber em fontes impuras. 


Enganada por falsas promessas

que não saciam a alma.

Mas eis que Tu apareces,

fazendo-te caminhante sedento,

não da mesma água que minha,

mas de outra que eu ainda não conhecia.


Oh fonte que nunca termina,

acaba de vez minha fuga,

torna minha alma cativa

para que nunca mais volte a beber,

daquelas águas que no mundo me retinha.

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